







Obras do Paseio Marítimo junto ao Forte das Maias
Também já fiz a minha estreia pelo novo passeio marítimo que, embora avançando a passos largos, ainda há por ali muito para dar ao dedo, lá isso há!!
A minha observação sobre aquilo que por agora se pode ver, vai muito ao encontro daquilo que o Sampaio por aqui deixou escrito.
No entanto gostava de deixar aqui duas notas de duas situações que me saltaram à vista, e que fico a aguardar com alguma expectativa quanto ao resultado final.
Refiro-me em primeiro lugar ao estado de alguma degradação, e alguma é com muito boa vontade, do Forte das Maias e que eu gostaria que no final da obra não fosse tão evidente, pois ficará com muito mau aspecto uma obra daquelas com um edifício em tão mau estado de conservação. Pelo menos uma pintura e um reforço de cimento em alguns locais mais degradados, e o arranjo e recuperação de uma ou duas guaritas que estão todas ferrugentas e em muito maus estado de conservação. Esperemos que, como foi feito com o forte de Catalazete, este também seja sujeito a alguns melhoramentos, pelo menos para a vista não sofrer tanto.
O outro aspecto prende-se com a nascente de águia doce das Fontaínhas, que neste momento praticamente desapareceu, mas que eu acho que haveria todo o interesse em recuperá-la, pois parece-me que ela ainda tem água a correr e é a imagem de marca daquele local, que se quer de algum modo recuperar, para se tornar um sítio onde todos nós vamos querer passear, rodeados de motivos naturais que nos darão todo o prazer desfrutar.
Vamos esperar para ver, como se costuma dizer, e daqui a algum tempo aqui voltarei a dar conhecimento da forma como acho que o passeio marítimo está a ficar.
Vitor Martinez



Obras do Passeio Marítimo nas Fontainhas
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Praia de Banhos
Praia Velha
Praia Velha
Praia Velha
Praia Velha
À Beira Mar
Salva-Vidas
Salva-Vidas

Palácio dos Arcos (Foto António Passaporte)
Rafael Ramos Ferreira
O activo e simpático ‘Cabecinha’ não podia ficar de fora. É uma figura que se mistura com Paço de Arcos, objectivo deste Grupo. É um dos mais activos, participando sempre de modo criativo.
Mário Almeida
O Mário dispensa outras apresentações. É conhecido por toda a Vila pelo modo afectivo com que lida com as pessoas, o que, aliás, constitui a sua ‘imagem de marca’.
Jorge Tormenta
Talvez o elemento menos ‘visível’ do Grupo. Amigo e companheiro garantido, certamente que quem tenha memória de Paço de Arcos e das boas equipas de hóquei em patins, se lembrará do jovem Tormenta (entre outros neste Grupo).
José Nortadas
O Nortadas é um dos elementos do Grupo que apesar da sua juventude (no Grupo) tem somado já uma razoável actividade. A sua figura sempre presente em todas as ‘funções’ da Vila, falam por si.
Vitor Martinez
Outro Bardino que praticamente dispensa apresentações. A sua longa actividade cultural sempre á volta da Vila é sintomática. Uma das melhores aquisições do Grupo, que oferece garantias ao crescendo deste.
Fernando Sousa (Sampaio)
Talvez o Bardino mais emblemático. Conhecido como mentor de diversas obras (na sua Vila) só ao alcance dos predestinados, e pela amizade que a todos dedica. Figura ‘de proa’ a quem o Grupo augura grandes cometimentos Bardínicos.
Hélder Martins
A mais nova "aquisição" do grupo, mistura-se intimamente com Paço de Arcos. Com um reconhecido percurso de actividades relevantes para a Vila, os Bardinos não o podiam "perder". Garantirá, seguramente, a continuidade do Grupo e a merecida projecção da Vila, objectivo último d'Os Bardinos.




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O antigo Casino de Paço de Arcos estava instalado num edifício que vemos agora, ao fundo do Parque, mostrando a sua larga varanda envidraçada. Era iluminado a gás. Uma pianista executava as valsas, as polcas, as mazurcas requeridas pela assistência. Nas quintas-feiras e domingos as noites eram de gala. Tocava nessas grandes noites um quarteto. As senhoras paramentavam-se a preceito, sendo considerado de muito bom gosto, nessas épocas, um vestido claro com saias de lã e blusa de seda.
Clube que deu brado no seu tempo. Fervilhava de intrigas, de despeitos, de mexericos. De tudo ali se murmurava – dos vestidos, dos namoros, das relações, dos parentescos, do que cada um era e do que queria parecer. Ao som das valsas enforcavam-se reputações ou garroteavam-se vaidades. Vespeiro de disputas que só o perpassar de gerações acalmou definitivamente.
in "Memórias da Linha de Cascais", de Branca de Gonta Colaço/Maria Archer, 1943
(Fim da Parte I)