10 de dezembro de 2008

UM BARDINO CONDECORADO






Como já aqui foi mencionado, comemorou-se no passado Domingo, dia 7 de Dezembro, o dia da Freguesia da vila de Paço de Arcos, o 82º aniversário da elevação de Paço de Arcos a Vila.

A Sessão Solene realizou-se no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Paço de Arcos, após o hastear das bandeiras. Esta Sessão Solene contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, Isaltino Morais, do Presidente e Executivo da Junta de Freguesia de Paço de Arcos, de representantes de outras Juntas de Freguesia do Concelho e de entidades civis e militares da Freguesia de Paço de Arcos, além de muito público.

Após as intervenções dos diferentes partidos políticos com assento na Assembleia de Freguesia, do Presidente da Assembleia de Freguesia, do Presidente da Junta de Freguesia e do Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, procedeu-se à cerimónia de entrega das Medalhas de Ouro da Freguesia, atrubuídas aos fregueses que se distinguiram ao longo da sua vida ao serviço da Freguesia, através das suas instituições.

Foram distinguidos Joaquim Anacleto dos Santos, Manuel Pedrosa dos Santos, Manoel José Barata Alves Caetano, António José Dias da Silva e Carlos André.

Portanto o presente Mandante dos Bardinos, António José Dias da Silva, o "Nicha", foi um dos homenageados a quem foi atribuída a Medalha de Ouro da Freguesia, facto do qual nos congratulamos todos, principalmente aqueles que pertencem a este grupo de paço-arquenses, e em nome do qual queremos deixar aqui testemunho público da nossa homenagem, dando os nossos sinceros parabéns ao "Nicha" por este facto e dando também, em nome da Bardinagem, um grande e sentido abraço de amizade por tudo aquilo que este digno conterrâneo fez (e continua a fazer), pelo desenvolvimento da nossa vila, através das acções desenvolvidas principalmente no CDPA e na Junta de Freguesia.

Um Bem Haja de todos nós "Nicha", muitas felicidades e que continues na senda do progresso e do desenvolvimento da nossa vila é o que daqui te desajamos com muita amizade.

Uma palavra de apreço e carinho para os outros homenageados, todos bem conhecidos da nossa comunidade, e que bem mereceram a homenagem com que fora distinguidos.

A todos os nossos sinceros parabéns!


Vitor Martinez

4 de dezembro de 2008

PARABÉNS DE NOVO






A notícia chegou e aqui vai: No próximo Domingo, dia 7 de Dezembro de 2008, comemora-se mais um dia da Freguesia de Paço de Arcos.

As comemorações oficiais desenrolam-se logo a partir das 10 horas da manhã, numa Sessão Solene a decorrer no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Paço de Arcos.

Aí, nessa Sessão Solene, que será presidida pelo Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, além dos discursos habituais, serão entregues a algumas individualidades que se distinguiram ao serviço da nossa vila, a Medalha de Ouro da Freguesia.

E um dos condecorados com essa medalha é o Bardino António Dias da Silva, ou seja, o Nicha, nosso distinto Mandante.

Portanto aqui fica o convite a todos os Bardinos, e não só, para estarem presentes na Sessão Solene. a fim de presenciarem a entrega de mais uma honraria a um dos nossos, a um dos Bardinos.

Para o Nicha desde já os nossos parabéns e voltaremos aqui para a semana para vos dar conta de como decorreu esta homenagem.


6 de novembro de 2008

PAÇO DE ARCOS HOJE






Em nome de todos os Bardinos, aqui deixamos os votos de muitos parabéns pela passagem de mais um aniversário, o 87º, do nosso clube, o CDPA, e que continue vivo por muitos e muitos anos, na senda das vitórias e da promoção do Desporto, como o tem feito até aqui, são os nossos desejos.

LONGA VIDA AO CDPA, HIP!! HIP!! HURRA!!!!


24 de outubro de 2008

PARABÉNS


50 anos são 50 anos, por muito que se queiram encolher, serão sempre 50 anos. É como um copo que, para uns está meio cheio, e para outros, meio vazio!! Neste caso 50 anos é uma vida e é também um pretexto para dar um grande abraço de parabéns Bardínícos a dois dos nossos mais ilustres elementos: o Nicha, e vai em primeiro lugar porque é o Mandante, e o José Manuel Rodrigues!
E porquê??! Perguntam vocês todos em coro, respeitáveis Bardinos!
Porque o Nicha e o José Manuel Rodrigues foram homenageados pelo CDPA, ou seja, o Clube Desportivo de Paço de Arcos, o clube da nossa terra, o nosso clube, por terem feito neste ano de 2008, 50 anos de sócios, recebendo cada um deles, em comemoração desse facto, o Emblema de Ouro do clube.
E no caso destes dois ilustres Bardinos, e como a restante bardinagem tem conhecimento, estes 50 anos de sócios do CDPA foram 50 anos de amor, devoção e sofrimento pelo clube que, e atrevo-me a falar por eles, é o clube do seu coração e a quem muito deram durante estes 50 anos, muito desse carinho, dessa devoção e também muito trabalho.
Quer como praticantes durante muitos anos, quer como simples elementos de órgãos de administração do clube, o Nicha e o José Manuel Rodrigues são dois exemplos de homens com H grande, de que os Bardinos se sentem, na realidade, muito orgulhosos de ao nosso grupo pertencerem.
Para eles mais uma vez MUITOS PARABÉNS, e que estejamos todos aqui, daqui a mais uns anos, a compartilhar com eles a comemoração dos seus 75 anos de sócios do CDPA! Era bom sinal para eles e também para todos nós!!

Um grande abraço em nome de todos os Bardinos!!!

Vitor Martinez








6 de outubro de 2008

PAÇO DE ARCOS HOJE







Aqui estão as últimas notícias que se conhecem sobre este assunto e é pena que a controvérsia que pode provocar não seja aqui expressa de forma mais evidente.

Aguardamos as vossas opiniões, se assim o quiserem expressar.

20 de agosto de 2008

PAÇO DE ARCOS HOJE

O PASSEIO MARÍTIMO EM PAÇO DE ARCOS


Obras do Paseio Marítimo junto ao Forte das Maias

Também já fiz a minha estreia pelo novo passeio marítimo que, embora avançando a passos largos, ainda há por ali muito para dar ao dedo, lá isso há!!

A minha observação sobre aquilo que por agora se pode ver, vai muito ao encontro daquilo que o Sampaio por aqui deixou escrito.

No entanto gostava de deixar aqui duas notas de duas situações que me saltaram à vista, e que fico a aguardar com alguma expectativa quanto ao resultado final.

Refiro-me em primeiro lugar ao estado de alguma degradação, e alguma é com muito boa vontade, do Forte das Maias e que eu gostaria que no final da obra não fosse tão evidente, pois ficará com muito mau aspecto uma obra daquelas com um edifício em tão mau estado de conservação. Pelo menos uma pintura e um reforço de cimento em alguns locais mais degradados, e o arranjo e recuperação de uma ou duas guaritas que estão todas ferrugentas e em muito maus estado de conservação. Esperemos que, como foi feito com o forte de Catalazete, este também seja sujeito a alguns melhoramentos, pelo menos para a vista não sofrer tanto.

O outro aspecto prende-se com a nascente de águia doce das Fontaínhas, que neste momento praticamente desapareceu, mas que eu acho que haveria todo o interesse em recuperá-la, pois parece-me que ela ainda tem água a correr e é a imagem de marca daquele local, que se quer de algum modo recuperar, para se tornar um sítio onde todos nós vamos querer passear, rodeados de motivos naturais que nos darão todo o prazer desfrutar.

Vamos esperar para ver, como se costuma dizer, e daqui a algum tempo aqui voltarei a dar conhecimento da forma como acho que o passeio marítimo está a ficar.

Vitor Martinez

10 de agosto de 2008

PAÇO DE ARCOS HOJE






A propósito desta e de outras notícias que surgiram sobre o futuro do Palácio dos Arcos, abrimos hoje aqui um espaço de debate de ideias sobre este assunto, que se no afigura de muito interesse e que, ou muito nos enganamos ou ainda vai fazer correr muita tinta.

Abrimos este espaço de discussão e debate, que se quer saudável e elevado, com um texto do bardino Fernando Sampaio. Esperemos que outros por aqui apareçam e que por aqui deixem as suas ideias, pois este foi um dos motivos que nos levou a “fundar” este blogue: criar um espaço de discussão e debate sobre assuntos de especial interesse e relevância para a nossa vila, a vila de Paço de Arcos.

“Como já referi no nosso último jantar, o meu conhecimento sobre a possível utilização do Palácio é muito escasso, por isso a minha opinião é mais ditada pelo coração do que pela razão. Á primeira vista custa-me a compreender que o ex-líbris da nossa vila, que inclusive encerra em si o nome da própria vila, seja desviado para fins que têm pouco a ver com o usufruto e deleite da população. Argumentará a Câmara que não dispõe das verbas minimamente necessárias para a recuperação e manutenção das instalações e jardins envolventes, e até mesmo terá dificuldade em desenvolver um conjunto de actividades de interesse público adequadas ao espaço em causa. Claro que é tudo uma questão de prioridades, a edilidade não terá possibilidade de ir a “todas”, antes terá de encontrar um ponto de equilíbrio que a saúde financeira lhe permita. Mas então, porque não pensar em grande? A C.M.O. ainda há pouco tempo foi candidata a ser palco da construção da Cidade Judiciária do nosso país; a ideia não foi para a frente mas esteve quase. Porque não desenvolver os contactos convenientes a nível ministerial, governamental e empresas privadas e começar a substituir os elefantes brancos que pululam na nossa vila por empreendimentos de grande porte?
A saber:
Instituto de Socorros a Náufragos – De grande utilidade até meados dos anos cinquenta do século XX viu a sua importância diminuir de forma drástica, chegando a permitir o aparecimento de meios de salvamento alternativos que, inclusive, também não estão actualmente em grande actividade.
Direcção Geral de Faróis – Tendo desaparecido a sua principal razão de ser (alimentação e manutenção dos faróis da nossa costa), parece estar confinada a manter em actividade sectores administrativos e oficinais da Marinha. Talvez fosse um bom local para albergar o Instituto de Socorros a Náufragos; tem tudo o que é necessário, rampa, porto de abrigo, doca, e são da mesma família.
Antiga Escola Militar de Electromecânica – Grande esplendor nos passados anos cinquenta e sessenta, recebeu os primeiros “parafusos” que a vila viria a acolher no seu seio, constituindo famílias assentes de pedra e cal em Paço de Arcos, tem hoje um aproveitamento muito aquém da sua enorme área geográfica, dos equipamentos e alojamentos que dispõe. Até em matéria de residências se nota um quase total abandono na sua utilização (uma das mais visíveis foi durante bastante tempo residência do pai do nosso bardino fundador, o saudoso capitão Pereira Júnior).
Por último, pelo menos nesta lista, gostava de referir aquela que na minha visão pequenina das coisas, seria a melhor alternativa para aquilo que querem fazer no Palácio dos Arcos:
O Forte da Legião - Penso que será difícil encontrar melhor área, melhor vista de mar, melhor localização. É evidente que estaria em causa a protecção e realojamento dos seus actuais moradores (tanto quanto julgo saber, ainda retornados e seus descendentes das ex-colónias), mas os milhões que tal iniciativa iria movimentar, daria sobejamente para todas essas necessidades, e ainda sobraria qualquer coisinha para recuperar e aprimorar o Palácio dos Arcos.”

Fernando Sampaio

PAÇO DE ARCOS HOJE




O PASSEIO MARÍTIMO EM PAÇO DE ARCOS


Obras do Passeio Marítimo nas Fontainhas

Li com agrado a crónica sobre o “Passeio Marítimo”, e como já tinha sido noticiado em intervenções anteriores, vamos ter ali matéria de discussão e de comentários variados, durante bastante tempo; tenho acompanhado a obra com certa regularidade, e ontem atrevi-me a fazer a primeira incursão naquele que vai ser o traçado de Paço de Arcos até à muralha da doca da Direcção de Faróis. Entrei pelo lado do Saysa, passei na praia da Colónia Balnear, contornei o Forte das Maias e segui até à nossa praia nova. Vai ser um passeio extraordinário, disso não tenho a menor dúvida, a visão permanente dum dos mais belos estuários do mundo, vai trazer a calma e o relaxe que o nosso quotidiano tanto necessita.


Mas… há sempre um malvado mas em todos estes grandes empreendimentos. Verifiquei que em todo o percurso foi eliminada a vista da mata das Fontainhas; a própria casa do Rebelo está completamente entaipada e não se consegue vislumbrar uma simples folhinha. A minha ideia há seis meses atrás não excluía a convivência harmoniosa entre o mar e o campo, mesmo tendo assistido à construção da muralha de separação dos dois elementos. Estou certo que o futuro vai fazer dissipar este primeiro embate menos optimista, mas que aquela muralha podia ter um poucochinho menos de altura isso podia. A não ser que a alegre passagem dos utilizadores do “passeio” venha a afectar a visão dos inquilinos do parque das Fontainhas.


Fernando Sampaio


7 de agosto de 2008

PAÇO DE ARCOS EM FOTOGRAFIA (03)



Vamos hoje aqui mostrar uma última série de fotografias, que, na continuidade daquelas que já aqui mostrámos, são das mais antigas fotos a que tivemos acesso.
A qualidade não é de forma alguma a melhor, o formato também não ajuda muito, mas achamos que dentro daquela tarefa a que metemos ombros, ou seja, mostrar a nossa vila em todos os seus aspectos, estas fotos parecem-nos que têm um valor histórico considerável, pois ajudam-nos a perceber, embora às vezes com alguma dificuldade, como era Paço de Arcos há praticamente cem anos, e como cresceu, evoluíu e se modificou durante este período, ainda não tão longo como isso, de tempo.
Esta fotos mostram-nos, dentro do possível, como era a costa aqui neste lugar, com a Praia Velha de alguma forma diferente daquela a que hoje lhe damos esse nome, e mostram-nos também os primórdios do edifício dos Socorros a Náufragos.
Como aconteceu nas fotos anteriores, não temos qualquer identificação do(s) autor(es) das mesmas.


´ Praia de Banhos



Praia Velha


Praia Velha



Praia Velha



Praia Velha



À Beira Mar



Salva-Vidas



Salva-Vidas


29 de julho de 2008

PAÇO DE ARCOS EM FOTOGRAFIA (02)




Estação dos Caminhos de Ferro





Estação dos Caminhos de Ferro





Comboio no Jardim





Comboio no Jardim

28 de julho de 2008

PAÇO DE ARCOS EM FOTOGRAFIA (01)





Palácio dos Arcos (Foto António Passaporte)


Vamos aqui iniciar a publicação de um albúm de fotos de Paço de Arcos, das mais antigas que conseguimos obter até às imagens da actualidade.

Temos a perspectiva de, não só mostrar como era a nossa vila nos principios do séc. XX sem quaisquer resquícios de saudosismo, mas sim com aquela curiosidade que todos temos em saber "como era...", como também como ela hoje se nos apresenta, sem qualquer intenção critica, mas apenas com a vontade de mostrar como está Paço de Arcos hoje.

Aqui ficam então, numa rúbrica que terá como tema "Paço de Arcos em Fotografia" e que irá aparecendo conforme as disponibilades que vamos tendo em relação ao acesso às fotos, as primeiras fotos da nossa vila.

Dentro das nossas possibilidades e desde que as fontes nos sejam acessiveis, indicaremos o(s) autor(es) das fotos e a sua respectiva legenda.

Fazemos daqui um apelo a quem nos está a ler e que possua material fotográfico sobre a nossa vila e que esteja dispoto a disponibilizá-lo para publicação aqui no blog, que apareça nos comentários que aparecem no final do post e nos diga da sua intenção e nós daremos os nossos contactos.


Foto António Passaporte
















Todas as Fotos: Rua Costa Pinto


27 de julho de 2008

PAÇO DE ARCOS HOJE


Foto Nana Sousa Dias

Iniciamos hoje um conjunto de colaborações dos nossos Bardinos que, esperamos, se vão estendendo ao longo da existência deste blog.

Estas colaborações da Bardinagem irão focar o dia-a-dia da nossa vila e os seus olhares mais ou menos criticos sobre os acontecimentos, as obras, as coisas boas, e também as menos boas, que vão por cá acontecendo.

Assim o primeiro texto é do Fernando Reigosa e tem como tema o novo Passeio Maritimo que está a chegar a Paço de Arcos.


"O PASSEIO MARÍTIMO EM PAÇO DE ARCOS..."

.....vai devagar, mas está a ir, e está, definitivamente, a ficar lindo.

Já é possível calcorrear toda a extenção desde o Forte de S. João das Maias até á praia de Paço de Arcos.

Nota triste e que se espera vir a ser competentemente corrigida, é a extrema degradação em que se encontram os equipamentos do Forte vistos do lado do mar, e, consequentemente agora também do passeio marítimo, bem mais perto, logo com toda a minúcia.

Em contrapartida, e muito embora ainda não se percebam com exactidão algumas das soluções do percurso, existem áreas onde se pode constatar já a extraordinária beleza de algumas delas. São dois os exemplos a recomendar um olhar avaliador.

Todo o muro de pedra que ‘protege’ o passeio do lado da marginal está a ser forrado com xistos negros, também organizados em muro, com, aqui e acolá, umas saliências de pedra branca calcária que conferem ao todo um aspecto lindíssimo.

A outra compenente que vale a pena contemplar, embora com maior dificuldade, são os enormes blocos de granito com que se está a construir um alto muro de protecção do lado mar. Garantidamente faz uma parede de grande beleza, quase se diria natural. Este muro não acompanhará (ao que parece) toda a extensão do passeio em construção, mas é deduzível que pelo menos em duas vastas localizações não contíguas tal aconteça.

Por compreender com exactidão no desenvolvimento da obra (o troço que ligará a praia de Paço de Arcos ao início do troço seguinte em frente ao Restaurante Mónaco) está o modo como serão ‘atravessadas’ as instalações da Direcção de Faróis e do Instituto de Socorros a Náufragos, de um percurso marítimo, que se ‘exige’ com mar à vista, e de perto, tanto quanto possível.

O que não suscita qualquer dúvida é o facto de esta obra constituir também, e sobretudo, para Paço de Arcos um enorme benefício, qualquer que seja o ângulo em análise. A extraordinária beleza desta costa vai ficar bem mais evidenciada e visível, e, sem dúvida bem mais visitada, o que até pode não constituir vantagem.

Façam o passeio. São condições mandatórias maré vazia, para poder entrar pela praia em Paço de Arcos, e calçado cómodo.

OS BARDINOS - QUEM SOMOS!


Estivemos ausentes durante algum tempo devido a situações várias. Pedindo desde já desculpa a todos pelo acontecido, voltamos a partir de hoje ao contacto com todos os interessados e esperamos que de uma forma o mais regular possível.


Posto esta justificação que se tornava indispensável, vamos hoje dar a conhecer a Bardinagem: quem somos e o que somos neste grupo, num breve texto de apresentação.


Aqui estão "Os Bardinos", apresentados por ordem cronológica de adesão ao Grupo.



João Barosa Pereira

Carinhosamente recordado como o primogénito uma vez que foi dele a ideia original. Grande ‘motor da implantação’ do Grupo.


Fernando Reigosa Jorge

Secundou o primogénito, organizando e estabelecendo as ‘bases funcionais’. É (tem sido) o homem do aparelho.


João Luis Reis Lima

Estava destinado a ser o primeiro ‘peso pesado’ do grupo por ter sido uma figura emblemática da Vila. Desistiu por razões ainda hoje pouco claras.


António Manuel da Almeida e Castro

Outro ‘peso pesado’, igualmente figura emblemática de outrora, com tudo para singrar num Grupo destas características, mas que entendeu abandonar.


António José Dias da Silva (Nicha)

Quase se diria que dispensa apresentação. Transformou-se rapidamente na alma do grupo. Político e amigo, nunca descura a visibilidade d’Os Bardinos. Uma adesão valiosíssima.


Vitor Manuel Rodrigues Pestana

Personagem admirada pelo primogénito, foi convidado a aderir praticamente no início pelo seu percurso no CDPA e junto da ‘rapaziada’. É o ‘rezingão’ do Grupo.


José Manuel Rodrigues

Também dos primeiros a serem pensados para o Grupo, pela sua representatividade e perfil de companheiro equilibrado, de palavra sempre razoável, aliada a uma densa memória da Vila e das suas coisas.



Rafael Ramos Ferreira

O activo e simpático ‘Cabecinha’ não podia ficar de fora. É uma figura que se mistura com Paço de Arcos, objectivo deste Grupo. É um dos mais activos, participando sempre de modo criativo.


Mário Almeida

O Mário dispensa outras apresentações. É conhecido por toda a Vila pelo modo afectivo com que lida com as pessoas, o que, aliás, constitui a sua ‘imagem de marca’.


Jorge Tormenta

Talvez o elemento menos ‘visível’ do Grupo. Amigo e companheiro garantido, certamente que quem tenha memória de Paço de Arcos e das boas equipas de hóquei em patins, se lembrará do jovem Tormenta (entre outros neste Grupo).


José Nortadas

O Nortadas é um dos elementos do Grupo que apesar da sua juventude (no Grupo) tem somado já uma razoável actividade. A sua figura sempre presente em todas as ‘funções’ da Vila, falam por si.


Vitor Martinez

Outro Bardino que praticamente dispensa apresentações. A sua longa actividade cultural sempre á volta da Vila é sintomática. Uma das melhores aquisições do Grupo, que oferece garantias ao crescendo deste.


Fernando Sousa (Sampaio)


Talvez o Bardino mais emblemático. Conhecido como mentor de diversas obras (na sua Vila) só ao alcance dos predestinados, e pela amizade que a todos dedica. Figura ‘de proa’ a quem o Grupo augura grandes cometimentos Bardínicos.




Hélder Martins


A mais nova "aquisição" do grupo, mistura-se intimamente com Paço de Arcos. Com um reconhecido percurso de actividades relevantes para a Vila, os Bardinos não o podiam "perder". Garantirá, seguramente, a continuidade do Grupo e a merecida projecção da Vila, objectivo último d'Os Bardinos.



1 de junho de 2008

DIA MUNDIAL DA CRIANÇA






DIA DA CRIANÇA


No dia 1 de Junho celebrou-se o Dia Internacional da Criança, que a Câmara Municipal de Oeiras (e muito bem) fez coincidir com a manhã da “Marginal sem Carros”, naturalmente por ser Domingo.

Por lá andei, como habitual, constatando algumas evidências que quero partilhar convosco.

Mais importante, para este ‘blog’, é o facto indesmentível e verdadeiramente entusiasmante, pelo seu significado, de ser justamente no troço de Paço de Arcos que se verificou a grande aglomeração de passeantes. Da curva do Mónaco para Algés, a densidade populacional era cerca de 10/15% da que ia (no sentido inverso) até ao Saisa, em Santo Amaro. Extrai-se, sem dúvida, que Paço de Arcos é uma terra de eleição, o que nos confere força especial para a nossa ‘cruzada’ de elevação deste magnífico ‘burgo’.

A segunda evidência está relacionada com o comportamento do nosso grupo. Calcorreando toda a manhã o percurso autorizado, dei de caras com um Bardino, José Nortadas, de sua honra, e tive notícia de outro avistamento, o José Manuel Rodrigues, num universo de 10 Bardinos. Ou estou mal informado ou a ‘Bardinada’ está avessa á coisa importante da criança e do ar puro, o que nada abona em seu favor. Recomendação minha: deixem-se de sedentarismos para não nos obrigarem a ir aos vossos funerais. Já chega o que chega.

A terceira e última evidência é bem mais dramática e triste. Dei por mim a observar (e sem nenhum propósito, só mesmo ocasional) 4/5 situações de pais/mães a ralharem com os filhos de modo particularmente brusco (eventualmente até despropositado) neste dia que deveria ser especial para as crianças. Conclusão primária; estes indígenas estão muito mais preocupados consigo próprios do que com a descendência, que tem ar (para eles) de dispensável. Redundantemente, para mim ‘tão’ dispensados.

Última nota com o seu quê de nostálgico. Desta vez fui ‘abalroado’ um sem número de vezes por crianças (sempre desculpável, em particular neste dia), por biciclistas (n vezes), por pessoal distraído (???), “gajos e gajas” avulso, etc. (incluindo cães). Nunca tal me tinha acontecido. Será o preço da fama (?!?!?!).

Fernando Reigosa