Após uma curta passagem por salas de Vasco Morgado, José de Castro ingressa no Teatro Nacional D. Maria II, que era dirigido por Amélia Rey Colaço-Robles Monteiro.
Aqui tem a oportunidade de, a partir de 1956, incarnar diversas personagens nas seguintes peças: "As Velhacarias de Scapin", "Clara Bonita", "Alguém Terá de Morrer", "Amor à Antiga", "A Castro", "A Ferida Luminosa" e "As Bruxas de Sálem".
"Ele vivia para representar e representava para viver", diria mais tarde Mariana Rey Monteiro.
Conhece Amália Rodrigues e sentem-se atraídos um pelo outro. Amália sonhou mesmo em casar com ele. "Durante quase dez anos tivemos uma grande amizade...", confidenciou uma vez Amália ao jornal Diário de Notícias.
"Ele vivia para representar e representava para viver", diria mais tarde Mariana Rey Monteiro.
Conhece Amália Rodrigues e sentem-se atraídos um pelo outro. Amália sonhou mesmo em casar com ele. "Durante quase dez anos tivemos uma grande amizade...", confidenciou uma vez Amália ao jornal Diário de Notícias.
A carreira internacional de Amália e a indecisão de José de Castro acabam por os afastar em definitivo.
Os êxitos sucedem-se uns a seguir aos outros: "Comediantes", "O Processo de Jesus", "O Tio Simplício", "Intriga e Amor", "O Lugre", "A Visita da Velha Senhora", "Entre Giestas", "Do Alto da Ponte", "D. Henrique de Portugal", "O Pescador à Linha", "Romeu e Julieta", "Furacão Sobre o Caine", "O Sr. Biederman e os Incendiários", "Um Eléctrico Chamado Desejo", "As Divinas Palavras" e "A Espada de Cristal".
É contratado por Ribeirinho, para o Teatro Nacional Popular, percorrendo com alguma regularidade todo o país.
Faz no Teatro Monumental, juntamente com Laura Alves e Madalena Sotto, a peça "É Proibido Suicidar-se na Primavera", e com Brunilde Júdice, a peça "O Pobre Mentiroso".
Novamente ao lado de Laura Alves e João Villaret representa em "Sua Alteza" e em "Dez Convites Para a Morte".
Os êxitos sucedem-se uns a seguir aos outros: "Comediantes", "O Processo de Jesus", "O Tio Simplício", "Intriga e Amor", "O Lugre", "A Visita da Velha Senhora", "Entre Giestas", "Do Alto da Ponte", "D. Henrique de Portugal", "O Pescador à Linha", "Romeu e Julieta", "Furacão Sobre o Caine", "O Sr. Biederman e os Incendiários", "Um Eléctrico Chamado Desejo", "As Divinas Palavras" e "A Espada de Cristal".
É contratado por Ribeirinho, para o Teatro Nacional Popular, percorrendo com alguma regularidade todo o país.
Faz no Teatro Monumental, juntamente com Laura Alves e Madalena Sotto, a peça "É Proibido Suicidar-se na Primavera", e com Brunilde Júdice, a peça "O Pobre Mentiroso".
Novamente ao lado de Laura Alves e João Villaret representa em "Sua Alteza" e em "Dez Convites Para a Morte".
Em 1970, no Teatro da Trindade, ao lado de Mariana Rey Monteiro, representa "O Rei Está a Morrer", de Ionesco, e "Calígula", de Camus, criações essas que são o seu pico de representação, atingindo a genialidade. Ionesco veio a Lisboa para o ver e disse que tinha sido o melhor intérprete da sua obra que tinha visto.
Quando representava "O Rei Está a Morrer", recebe, durante o intervalo de um dos espectáculos, a notícia do falecimento do seu pai. Voltou à cena e, diz quem viu, representou divinamente.
Seguem-se outros marcos de representação importantes na sua carreira: "Verão e Fumo", "As Raposas", "O Homem Que Fazia Chover", "Joana Lorena", "O Tempo e a Ira", este no Teatro Experimental de Cascais.
Lourdes Norberto, que contracenou com ele em "O Tempo e a Ira", disse dele: "Foi um dos actores mais invulgares, mimados e supersticioso que conheci".
Seguem-se outros marcos de representação importantes na sua carreira: "Verão e Fumo", "As Raposas", "O Homem Que Fazia Chover", "Joana Lorena", "O Tempo e a Ira", este no Teatro Experimental de Cascais.
Lourdes Norberto, que contracenou com ele em "O Tempo e a Ira", disse dele: "Foi um dos actores mais invulgares, mimados e supersticioso que conheci".
Entra também no teatro de revista: "Noivas de Santo António", com Raúl Solnado, e "Mãozinhas de Veludo", com Carlos Cunha, foram números que ficaram na memória de todos.
Volta a Angola e Moçambique em 1970, com Eunice Muñoz e Alberto Vilar, representando as peças "Dois Num Baloiço", "Os Dactilógrafos", "O Homem de Flor na Boca" e "Oração".
Fim da Parte II
Colaboração do Bardino Vitor Martinez.
Fim da Parte II
Colaboração do Bardino Vitor Martinez.

























































