9 de fevereiro de 2010

DATA HISTÓRICA

HIP, HIP, HURRAAAA!!!!


Hoje, dia 9 de Fevereiro de 2010 vai ser um dia para recordar no seio da bardinagem: o blog "OS BARDINOS" atingiu a marca mágica de 10.000 visitas!!!

Para mais tarde recordar!!!

10.000 visitas desde o dia 3 de Agosto de 2009, o que dá uma média diária de cerca de 50 visitas, o que, devemos concordar não é nada mau.

A bardinagem está de parabéns, pois temos a certeza que alguma visibilidade que este grupo pretendia para as suas acções de intervenção de ordem cívica na comunidade está, em parte, conseguida!

Só precisamos que mais bardinos se juntem neste projecto para que, a partir de agora que o mais difícil está feito, este grupo não enfraqueça e que, antes pelo contrário, a sua intervenção seja cada vez mais decisiva.

Um muito obrigado a todos os visitantes deste sitío, pois sem as vossas visitas e a vossa colaboração, não terísmos atingido este número.



E agora venham as 20.000!!!


Os Bardinos.

8 de fevereiro de 2010

TEMPO DE FOLIA


Com pedido de divulgação, aqui deixamos uma iniciativa da Junta de Freguesia de Paço de Arcos, para o Carnaval que aí vem!!!

Mascare-se e vá divertir-se que "Tristezas não pagam dívidas"!!!



Os Bardinos.


7 de fevereiro de 2010

AGRADECIMENTOS

MAIS VALE TARDE ……….
QUE NUNCA

O Grupo Tertúlico “Os Bardinos” quer aqui expressar os agradecimentos ao voto de confiança, e às amáveis referências feitas no Blog "Pinhanços dixit...".

Como dizemos em título, …. mais vale tarde que nunca….

Estamos convictos, que embora não tenhamos registado, aparentemente, comentários oriundos de leitores do "Pinhanços dixit...", muitos deles, e, seguramente, o autor do texto, nos têm visitado com frequência e ficado agradados com as recordações, as historietas e a visibilidade que vamos dando, na medida da nossa competência, às gentes ilustres, como também às outras, desta nossa terra.

Claro que de quando em vez, lá vem um escrito menos agradável, mais zangado. Mas o fito mantém-se inalterado e o objectivo inequívoco; melhorar as condições socioculturais e ambientais de Paço de Arcos.

Uma vez mais, muito obrigado "Pinhanços dixit...".

Aqui vai reprodução do texto em causa:




Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


RECORDAR É VIVER

Pois é. Recordar é viver e foi isso que outro dia, ou outra noite, para ser mais rigoroso, tornei a (re)viver os meus tempos de meninice, quando, andando a fazer zapping por alguns blogs aqui na net, dei de caras com um bloco extraordinário, rigoroso, minucioso e outras coisas acabadas em "oso", tal o seu conteúdo me fez vibrar.

Desde já quero deixar aqui a minha recomendação sincera para que todos aqueles que gostem de recordar a sua infância e se ela tiver decorrido nos chamados anos 50/60/70, que visitem o blog "SANTA NOSTALGIA", pois ali encontrarão largos momentos de puro prazer ao revisitar tantas memórias.

Uma dessas memórias que me fez (re)viver esses anos, foi uma referência ao "Cartão Brinde Popular", que desde esses tempos idos dos anos 60 nunca mais tinha visto em qualquer lado.

Com a devida vénia ao blog "Santa Nostalgia", gostaria de deixar aqui reproduzido essa mesma referência, tal e qual a podem encontrar nesse blog.

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Cartão Brinde Popular - Qual o jogador preferido?



No final dos anos 60 e princípios de 70, recordo-me da existência de um jogo de sorte, chamado de "Cartão Brinde Popular", que estava disponível tanto nas mercearias, tascas e quitanda da aldeia, como também era adquirido e despachado por alguns dos rapazes mais velhos da escola, que assim ganhavam uns tostões.

O jogo consistia num cartão com as dimensões aproximadas de 190 x 140 mm, revestido num dos lados por papel de cor. Havia de várias cores. No papel colorido eram estampados os nomes de jogadores de futebol das principais equipas do campeonato nacional, ou seja, o Benfica, o Sporting, o FC do Porto e o Belenenses, por serem os mais populares e que a malta coleccionava nos saudosos cromos de caramelos.

Os cartões que aqui se reproduzem são dos anos 60 e a equipa do Benfica é constituída por jogadores como José Henriques, Humberto, Jaime Graça, José Augusto, Eusébio, Torres, Coluna e Simões. O Sporting apresentava Damas, Pedro Gomes, José Carlos, Hilário, Morais e Marinho, entre outros, enquanto que o FC do Porto era representado por Américo, Bernardo da Velha, Valdemar, Atraca, Pinto, Djalma e Nóbrega, entre outros mais. No Belenenses pontuavam o J.Pereira, o Rodrigues, Abdul, Vicente, Pelezinho e Lira, entre outros colegas.

Por baixo de cada nome era indicada uma quantia em centavos de escudo. Este valor era oculto por um papel circular, também colorido. O objectivo consistia em escolher o jogador da nossa preferência, como uma espécie de aposta. Uma vez escolhido o jogador era descolado o papel circular e o apostador tinha que pagar ao dono do cartão o valor ali indicado. Por sua vez no respectivo espaço era anotado com lápis o nome do apostador. Quando todo o cartão estivesse jogado, perante o maior número de interessados, era recortada a zona central, onde tinha um ponto de interrogação, debaixo do qual estava um papel colado com o nome do jogador da sorte. Ao apostador que assim lograsse ter escolhido o jogador surpresa, era atribuído um "chorudo" prémio, também em dinheiro, parte da receita total do cartão, normalmente 25 tostões ou até mesmo 5 escudos, o que na época era uma pequena fortuna. Tudo dependia do valor total de cada aposta.


Estes cartões eram produzidos por fábricas da especialidade, normalmente ligadas à venda de brindes, que também vendiam os famosos cartazes de furos. No entanto, alguns rapazes mais expeditos, produziam eles próprios os seus cartões e vendiam-nos pela classe. Normalmente eram feitos com cartão e com o papel colorido aproveitado de alguns sacos de ração de gado, que normalmente apresentavam umas largas faixas coloridas, mostrando-se adequados para o efeito. O meu irmão mais velho era um exímio fabricante destes cartões e conseguia ganhar uns valentes tostões, que assim davam para adquirir umas lambarices aos Domingos na tasca do lugar ou numa das várias romarias da região.

Claro que nesta situação, o fabricante sabia qual o jogador surpresa pelo que, por vezes, quando o resto da malta apostadora descobria ou desconfiava de batota ou favorecimento de alguém, ao qual era desde logo revelado sorrateiramente o jogador surpresa, aí havia batatada da brava, ou seja, porrada de "criar bicho". Portanto nessa altura já era complicado ser-se "empresário" do jogo.


Cromos de caramelos de alguns dos jogadores indicados no Cartão Brinde Popular:













Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


AVISO À NAVEGAÇÃO


Reparámos que o nosso "geiser" está "roto" e que está a nascer um "filhote" ao lado do geiser "pai".

Na foto junta não é muito visível, mas noutras ocasiões que por lá passámos era muito mais evidente.

A tubagem, para nós que somos leigos no assunto, deve estar rota e a água sai lateralmente.

Era bom que, quem de direito, pudesse tomar providências para que, mais dia menos dia, o geiser se fine e se acabe o "ex-libris", como foi designado, da nossa vila.



Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


PAREDES SUJAS NO JARDIM


É uma pena que o vandalismo continue!!!

Só queremos deixar aqui umas perguntas:

- A quem aproveita este vandalismo??!!

- Quem "goza" com estas barbaridades??!!

- Isto é "alguma coisa"???!!!

Voltaremos a este assunto dentro em breve.






Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


ASSIM SIM!!!


Não é só criticar e dizer mal!

Infelizmente proporcionam-se mais as ocasiões de criticar do que de louvar e exaltar.

Mas isso a culpa não é nossa!

Vem isto a propósito de que queremos deixar aqui os nossos parabéns a uma benfeitoria que já tem algum tempo em Paço de Arcos, mas que só agora trazemos aqui para lhe dar o devido realce.

Trata-se das obras de beneficiação que sofreram os balneários públicos da nossa vila, vulgarmente chamados de "sentinas", e que nos apraz registar e que resultaram no resultado final bastante agradável, pelo menos no aspecto visual.

Uma pintura toda nova, com cores agradáveis e, segundo apurámos, com obras no interior que também beneficiaram o funcionamento deste serviço público.

Só não sabemos se a sua utilização tem, pela parte dos utentes, a sua aprovação total, mas até agora, que saibamos, não tem havido reclamações.

Se assim for, isto sim, pode-se considerar Serviço Público.






Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


PARA OS CURIOSOS, E NÃO SÓ!

in Jornal Expresso de 7.1.2010, Suplemento Espaço & Casas.

Aqui fica uma página do jornal Expresso de ontem, com a notícia do que vai ser, finalmente, aquele "mamarracho circular" que se encontra junto da saída da A5, e que esteve embargado(?) uma série de tempo e que agora parece que voltou a mexer.

Julgamos que já não é na freguesia de Paço de Arcos, mas fica mesmo na fronteira e o mau aspecto(?) também nos incomoda!!!

Portanto, se querem saber o que, nos finalmente, vai sair dali, cliquem na imagem e entretenham-se a ler o texto e a deliciarem-se(?) com as fotos do projecto!

Sinceramente, não havia necessidade!!!!





Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


CDPA CAMPEÃO!

JUVENIS DO CDPA SÃO
CAMPEÕES DISTRITAIS

O Clube Desportivo de Paço de Arcos conquistou mais um título em hóquei em patins: o de Campeão Distrital de Juvenis em 2010.

Um título que não sofre qualquer contestação, pois os jovens treinados por Pedro Nifo venceram concludentemente com 5 vitórias e 1 derrota, e com 54 golos marcados e 20 sofridos.

Aqui ficam os nomes dos campeões: Rui Rafael, Alexandre Ferreira, Pedro Costa, André Ferreira, Vasco Baptista, Filipe Dinis, Leonardo Monteiro, Miguel Rocha, João Alves, Márcio Nunes e Bruno Delgado.

Agora que venha o título de Campeão Nacional, é o que desejamos em nome da bardinagem!!!






Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


6 de fevereiro de 2010

OS BARDINOS NA TV


Um Bardino vedeta(inha) da TV

Já me tinham dito que um tal de Carlos André tinha sido avistado a brilhar (a grande altura, segundo a minha fonte) num programa da Televisão Nacional.

Em boa verdade não quis, literalmente, acreditar. Pensei estar a ser alvo de qualquer brincadeira.
Até porque conhecem o apreço que tenho pelos companheiros Bardinos.

Estava eu ontem em calmo recato na minha poltrona, tentando enxotar o ‘João Pestana’, e saltitando de canal em canal, como habitualmente à procura de algo que me despertasse o interesse, quando……… mas o que é isto? Nada mais nada menos que um tal de Carlos André a abrir a porta de casa a uma rapaziada de câmaras e microfones em mão, em pijama, seria tarde, e quando consigo concentrar-me, percebo que desencantou a sua filhota, também em pijama, e os dois rumaram ao estúdio onde estava a ser gravado o programa “5 Para a Meia-noite” da RTP 2.

Depois pouco mais houve, que nos interesse, excepto um depoimento do Carlos André, que sinceramente não captei (talvez o estado de torpor ainda me entupisse o entendimento).

Fiquei a saber que era uma rubrica habitual daquele programa, a qual consiste em ‘raptar’ alguém em pijama (meia-noite) para ir até aos estúdios assistir ao programa, e, provavelmente, participar. Isto porque não o enxergando (o meu companheiro Bardino) na dezena de segundos imediata, julgo que me apaguei e rastejei até à cama.

Fica a nota, para a história. Sei que muitas outras oportunidades havemos de ter, porque este grupo é altamente promissor.

Vão ouvir falar de nós.








Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


1 de fevereiro de 2010

ÓLHÓ MAMARRACHOOO!!!


Não estamos, como podem julgar, com falta de assuntos para aqui publicar, mas hoje fomos dar um passeio pelo nosso jardim e não resistimos a vir aqui mostrar as fotos da belíssima esplanada que ali existe e o grande movimento que por ali andava!!!

Ele eram as mesas cheias e a malta em pé à espera, ele eram os empregados a suarem as estopinhas para atender aquela gente toda, ele era a miudagem a fazer um chinfrineira dos diabos, a correr de um lado para o outro, ele eram as pessoas a conversarem e a discutir em grupos à volta das mesas, excitadas, a discutir os assuntos do dia, ele era o pessoal, mais recatado, lá dentro a estudar agarrado aos livros, à rasca para os "pontos", ele era o Marmelada aflito que não dava conta do recado ao balcão.

Ooppss!!! o Marmelada???!!


Mas que raio faz o Marmelada no meio desta estória??!!!

Ah!, espera aí, de repente andei quarenta anos para trás e tudo aquilo me veio à memória ao olhar, mais uma vez, para aquele edifício com um ar tão abandonado e tão desolador e que parece condenado a acabar os seus dias desta forma!!!

Que idiota que eu sou, e os outros, que ainda sonham ver aquele local funcionar um dia como eu o vi hoje de manhã, cheio de gente!

Sim, foi um sonho, mas como se diz "o sonho comanda a vida" e como alguém disse um dia "deixem-me sonhar!!!"





Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


OUTRA VEZ OS PUTOS!

NÃO HÁ DIREITO!!!

Com tanta falta de consideração pela pequenada e também pelos seus pais, as entidades responsáveis continuam a não passar cartão aos direitos dos putos.

Um desses direitos é terem locais para brincar, com todos os requisitos de segurança, previstos na lei.

E como a lei por cá a maior parte das vezes não é para se cumprir, vai daí, os putos continuam a ter o Parque Infantil do Jardim de Paço de Arcos fechado, para obras(????).



Sinceramente já não acreditamos que para recuperar este espaço seja necessário levar tanto tempo para se fazerem as obras(????) necessárias!

E se assim é, então estamos perante a mais completa incompetência dos serviços e das pessoas responsáveis para o fazer.

Assim não, como diria o outro!!!



Assim já começamos a não acreditar nem nas pessoas, nem nos serviços que nos dizem prestar(??)!!!

A ver vamos até onde vai a incompetência e a insensibilidades dos responsáveis por este assunto.

Aqui voltaremos a ele as vezes que sejam necessárias, até os putos verem o seu espaço protegido para brincar, arranjado como deve ser!






Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


O PICADILLY

Paço de Arcos e o
síndroma “Picadilly”

Esta tem tantos anos que nem consigo contá-los.

Há, seguramente, meio século atrás, o Café “Picadilly” era o café da elite Paçoarquense assimilada. Porque no U da Praceta moravam, à volta de 50% das famílias, gente militar de altas graduações (o mínimo seria Capitão, coisa infame).

Ali se acoitavam as Senhoras quase todo o santo dia, juntando-se aos fins de tarde, fins-de-semana, e outras situações avulsas, os respectivos consortes (ou sem ela).

Igualmente outra gente que se achava para tal competente, ou se queria auto-promover, ia por lá aparecendo, ‘just in case’.


Vem isto a propósito de que na época vigorava um tipo de educação completamente desusada de hoje em dia (e não façam juízos de valor, porque não sei se melhor ou pior, só sei que diferente), que implicava entre outra quantidade inumerável de coisas, ter de estar em casa, OBRIGATORIAMENTE, antes da meia-noite, e, o que importa aqui, extremo cuidado com a linguagem.

Dizer ‘chiça’ em casa, equivalia a uma enormidade de castigos/penalizações, que nenhum puto quereria arriscar. Consequências muito sérias.


Um dos habituais frequentadores deste Café Picadilly, nas horas ‘off’, era um tal, bem conhecido em muitos quadrantes, General Homem de Figueiredo.

Esta personagem, com ar desabrido, algo labrego, mas de língua solta, que fazia o êxtase da pequenada, pela simples razão que tratava aquela gente, gajas e gajos, como nós entendíamos justo, e ainda por cima com a linguagem mais vernácula (e aqui é que estava o nosso gozo supremo) que é possível imaginar, e que nos era completamente vedada, até em pensamento.

Pois espantem-se gentes incrédulas, a reacção, que nos deixava com um misto de extremo regozijo e de espanto, a mulherada ria-se com o sublinhado invariável…. Ai Sr. General……………..

Ridículo. Mais ridículo ainda, se possível, era os companheiros de armas (?) corarem, ou dizerem …….então pá ………., virarem a cara, etc.

Raros eram os que davam um sorriso envergonhado.


Conclusão, aquela figura pró-labrego, atarracada e desabrida, tornou-se o herói da pequenada, “in no time”.

É, e não só por isso, um ícone esquecido desta terra.




Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


NOVAMENTE O PASSEIO MARÍTIMO!

ROUBO LEGAL !?!?!?!?!?
(ou autorizado?)
em Paço de Arcos

Desde 2008 que neste Blog temos vindo a apontar, comentar e sugerir medidas para diversos aspectos negativos ligados com o novo troço do Passeio Marítimo (como também temos realçado os positivos).

Claro que não é mandatório que alguém nos ‘passe cartão’, mas, ainda assim…………

Em particular, nesta ocasião, referimo-nos à pseudo-instalação sanitária colocada junto à praia das Fontainhas.

Em 29 de Julho do ano passado pediamos uma qualquer solução para o trajecto, pois que não havia qualquer recurso mictório ou evacuante.

Não temos conhecimento da data em que foi instalado o dito pseudo-sanitário, mas desde 15 de Outubro, que, detectada a inoperacionalidade da instalação, vimos reclamando sucessivamente a sua recuperação.

Também é verdade que, por diversas vezes, apontámos várias incongruências funcionais, desde a total ausência de manutenção, incluindo as zonas verdes, até ao que chamamos ‘uma espécie de mamarracho’, ou seja o aterro que desde as eleições nunca deixou de o ser: - 2009 – 8/Maio; 29/Julho; 31/Julho; 3/Agosto; 17/Agosto; 19/Agosto; 20/Agosto (dedicado ao Forte de S. João das Maias = ‘obras de Santa Engrácia’; 21/Setembro; 8/Outubro; 15/Outubro (primeira detecção de inoperacionalidade); 19/Outubro; 21/Dezembro; - 2010 – 23/Janeiro.

Mas a real gravidade desta questão, e que nos leva, a classificar tudo isto de extrema incompetência, anormalidade, cúmulo da estupidez, laxismo, barbaridade e toda a parafernália do Capitão Haddock, é que um mundo de gente vai por lá passando e, em aflição, largando o sua moedinha de 10 cêntimos, para recolha de alguém. Nem queremos aventar mais hipóteses, mas já pode passar para outras áreas mais complicadas.

Convém não esquecer que prometer algo a troco de dinheiro, que uma vez pago, não cumpre, …………

O que de certeza é, é ROUBO.

Não temos outra interpretação plausível. Porque, no mínimo, já lá estaria colocado um qualquer aviso aos incautos.

E não nos venham com desculpas esfarrapadas. NÃO ’COMPRAMOS’.

Cuidem-se; assumam um mínimo de responsabilidade. Nem a um qualquer político fica mal.

Admitimos que a JFPA, coisa única que nos preocupa, possa não ser responsável directa, mas, porra, o(s) seu(s) responsável(eis) tem que dar um murro na mesa de quem quer que seja e exigir a ’reposição da legalidade’.


PS: já agora aproveito a boleia para meter uma cunha. Em 15 de Outubro passado sugeríamos que se aproveitasse a “ideia” da CMO para instalar ‘casas de banho’ para cães em pontos adequados da vila. É barato (muito) e dá milhões (sanitariamente). É ver junto à marina de Oeiras.


PPS: em 20 de Agosto passado, também sugeríamos que não se desperdiçasse a fonte de água doce das Fontainhas. Sempre foi uma ‘imagem de marca’. Mas aí já perdemos a esperança, e a fonte. Morreu.




Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


UM APELO (QUASE) LACINANTE!!!

BARDINADA PROCRASTINANTE

Como estou vividamente reformado, e portanto nem morto nem moribundo, vou fazendo aquilo que recomendo à família, aos meus amigos e, sobretudo, aos netos para que crescem mentalmente saudáveis.

Seja que leio, interesso-me, discuto, aprendo, envolvo-me, ajudo, critico, e ainda me zango, pouco, aqui e acolá, quanto baste, e até perco tempo com coisas inúteis.

Este Blog, podemos dizer sem margem de erro, nem ‘self-elogio’ idiota (como tanto por aí se vê), é um sucesso.

O drama é que aparte muito poucas contribuições Bardínicas (e se falássemos em termos potenciais, seriam praticamente nulas), vive à conta de dois ‘MADUROS’.

Um deles serei eu, que, como vêem, repesco parcas histórias que ouço, outras, transcrevendo-as, e poucas reacções (de quem teria obrigação) vou conseguindo.

O outro é o excelso Bardino Vítor Martinez, que é um investigador nato, um homem da cultura real, do bom senso, e que terá constituído, em termos futebolísticos, a aquisição mais bem conseguida deste Grupo, até ver.


Mas não chega. Muito curto.

De entre a restante Bardinada todos sabemos que existe inúmero acervo de recordações, entre fotos, textos, memórias avulsas, etc. E existe, não menos importante, um conhecimento das pessoas que podem dar uma excelente colaboração para a construção da memória colectiva.

Daí o verbo PROCRASTINAR.

O que a quase generalidade da Bardinada tem andado a fazer é procrastinar e parasitar.

Procrastinar é diferir, adiar, postergar, evitar o inevitável, através de acções e pseudo-tarefas.

Parasitar, escuso-me de explicar.


Já ia sendo altura de irem ao ‘sótão’, repescar as coisas que achem interessantes (se têm estado atentos ao Blog, já perceberam que qualquer pequena peça pode ser um manancial de recordações).

Se pensam não ter tempo, cá estão os dois do costume para transformar as vossas coisas em ‘bloguisses’. Não inventem. É simples e nós TODOS precisamos disso.

DESPROCRASTINEM-SE, c’um caneco.



Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


AS ESTÓRIAS DA BARDINAGEM 07

O ‘Lobito’ em Paço de Arcos

Muitos poderão estar esquecidos, mas há um Paçoarquense ilustre, que há 3 ou 4 anos se mudou para algures por deficientes condições da sua velha casa, no Largo 5 de Outubro.

Chama-se a personagem em questão Afonso Gaspena.

Foi atleta do CDPA em várias modalidades, com realce para o Andebol e Basquetebol, de primeiro plano a nível nacional.


Enveredou em termos profissionais, dada também a sua mestria na caça submarina, pela investigação, catalogação e divulgação das mais diversas espécies de seres vivos marinhos e seus ‘derivados’ (conchas, etc.).

Por razões de ordem vária dedicou-se, posteriormente, às técnicas de congelação e preservação de todo o tipo de habitantes marinhos.

Um Senhor, um Companheiro, um Mestre, que todos escutávamos de certo modo enlevados. Com ele aprendi, como tantos outros, muito do que hoje sei, e meço comportamentos.

Não raro o vi sair de casa de cana de pesca já aparelhada, chegar ao pontão, pôr-se á pesca, ‘sacar’ uma quantidade de peixes (robalos, a maioria das vezes) e sair quando aparentemente ainda havia ‘procura’. Certo, certíssimo, é que poucos minutos depois já não se pescava nada. Ele lá sabia. E nunca contou a ninguém.

Como nunca contou as suas técnicas de congelação, donde se ter reformado, extemporaneamente.

Mas o que me motiva a vir aqui é outra coisa, simplesmente extraordinária. Senti, porém, que era necessário, ‘explicar’ minimamente o homem.

Tem a ver com o Lobito. Um cão Serra da Estrela, fidelíssimo companheiro do Afonso, que em tudo observava e cumpria as instruções do seu dono. Sem rebuços.

O que fazia o deleite da meninada, e dos companheiros do Afonso, era a cena crucial.

O Lobito sair de casa ‘colado’ á perna do dono, direcção esplanada dos Limas,

Sentar-se à mesa (literalmente) com o dono, ver-lhe ser servido em pratinho adequado um bolo de arroz (ou um queque, falha-me a memória), ficando em contemplação embevecida, até que o dono lhe dissesse – "podes comer". Então sim, deglutia a iguaria, num abrir e fechar de olhos, sem tocar no prato.


Saudades, destes amigos que desapareceram, dum ou outro modo, e que nos permitem estas recordações saborosas.




Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.