6 de dezembro de 2011

ANIVERSÁRIO DA FREGUESIA DE PAÇO DE ARCOS


Vai amanhã, dia 7 de Dezembro, comemorar-se mais um aniversário da criação da Freguesia de Paço de Arcos, o que se verificou no ano de 1926.

Agora que está em discussão o reordenamento da freguesias no país inteiro, e embora já aqui o tivéssemos feito, voltamos a postar o decreto-lei que deu origem à criação da Freguesia de Paço de Arcos, e a sua fundamentação:

...

O Governo da República, reconhecendo o desenvolvimento de Paço de Arcos como estância balnear, o seu valor comercial e industrial, prestou-lhe a justiça de elevar a povoação à categoria de vila e sede de freguesia por decreto-lei nº. 12:783, de 7 de Dezembro de 1926, a seguir transcrito:

Atendendo à representação apresentada por alguns cidadãos eleitores da freguesia de Oeiras, do concelho do mesmo nome, para que seja criada uma nova freguesia denominada Paço de Arcos, com sede na mesma povoação;

Considerando que a aludida povoação pelo incremento que tem tomado, quer como estância balnear, quer como centro comercial, é digna de ser distinguida com aquela denominação e ainda com o título de vila;

Tendo em conta as informações oficiais a que se procedeu:

Em nome da Nação, o Governo da República Portuguesa decreta, para valer como lei, o seguinte:

Artigo 1º. - É criada a freguesia de Paço de Arcos, constituída pelas localidades de Paço de Arcos, Lagoal, Caxias, Cartuxa, Gibalta, Laveiras, Murganhal, Terrugem de Baixo, Terrugem de Cima, Fonte de Maio e Espargueira, com sede na povoação de Paço de Arcos.

Artigo 2º. - A delimitação da nova freguesia, desmembrada da de Oeiras, começa pelo lado sul na praia denominada do Inglês Morto, pela Rigueira do Espargal à estrada nacional nº. 67, na passagem de nível do caminho de ferro de Cascais na Espargueira, seguindo pelo poente e norte em linha curva à Rigueira de Arcos, na estrada nacional de Paço de Arcos ao Cacém, seguindo ainda pelo lado do norte ao Murganhal, onde limita com a freguesia de Barcarena, compreendendo as localidades da Espargueira, Alto de Feixe a Feixe, Fonte de Maio, Terrugem de Cima, Terrugem de Baixo, Cartuxa, Laveiras e Murganhal. Daqui vai limitar pelo nascente até à Gibalta com a freguesia de Carnaxide, servindo de delimitação pela parte marginal a estrada nacional nº 67, de Gibalta à passagem de nível do caminho de ferro na Espargueira, compreendendo as povoações de Gibalta, Caxias, Lagoal e Paço de Arcos, indo terminar à praia do Inglês Morto, ponto de partida.

Artigo 3º. - A sede da freguesia a que se referem os artigos anteriores, Paço de Arcos, é elevada à categoria de vila.

Artigo 4º. - Fica revogada a legislação em contrário.

Paços do Governo da República, em 7 de Dezembro de 1926.


Da bardinagem aqui ficam os nossos parabéns por mais este aniversário e que esta data se repita por muitos e bons anos!!!






Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


24 de outubro de 2011

JANTAR MENSAL


O Grupo Tertúlico “Os Bardinos” esteve reunido, sob o comando do Mandante Mário Almeida, na habitual (e estatutária) sessão de Outono - sempre dedicada a homenagear personalidades Paçoarquenses (ou assim consideradas), que a Bardinada ache merecedora - no universal (no mínimo) Restaurante “Os Arcos”. Não vamos tecer comentários à qualidade do repasto, nem à competência do atendimento; apenas que esteve ao nível do que são os seus conhecidos atributos – topo de gama – nacional e internacionalmente.




Como vai sendo habitual, o Bardino António Castro não compareceu. Esta recorrência originou mesmo que alguns Bardinos ponderem revisão dos Estatutos, de modo a ‘dominar’ este tipo de situações. Também não esteve presente o Bardino Hélder Martins, por impedimento profissional.















Na circunstância a homenageada eleita, que muito agradada ficou, pediu escusa de comparência, atendendo a que a sua idade e hábitos vespertinos, não se compadeceriam com uma presença física às (nossas) horas habituais, e (pensamos nós) com o bulício que estas manifestações, necessariamente, originam. Em todo o caso não deixamos de prestar pública homenagem à Sra. D. Isabel (Bébé) Carvalho, personagem que dispensa apresentações ou outros encómios, tão conhecida que é a sua simpática figura em Paço de Arcos (como o seu passado).

A homenageada Sra. D. Isabel (Bébé) Carvalho.

Seriam 13 à mesa. Porém, inesperadamente, marcou presença, a convite do seu avô, o pré-Bardino Guilherme Jorge, que não dispensou, como habitualmente a companhia do Bardino Alexandre Baiona.

Com o Bardino-júnior evitámos ter 13 na mesa!!!

As entradas estavam um espectáculo!!!

O Bardino ‘Nicha’ da Silva fez a habitual elegia (vulgo ‘grito’/saudação Bardínico) com competência, e especial empenho.

O Bardino Nicha no arranque do grito/saudação
da Bardinagem!


Como é da praxe, foi entregue ao aniversariante Vitor Pestana a prenda respectiva, entrega essa efectuada pelo majestoso Mandante Mário Almeida.

O Bardino aniversariante, Vitor Pestana e o
Mandante Mário Almeida.


Das conversas envolventes, realçam as costumeiras duas grandes áreas de preocupação: a situação de Freguesia - inépcia de gestão, novo mapa das freguesias, com alarmes de vários quadrantes; e o CDPA, que para alguns estará em implosão, talvez em vias de ser anexado pela ADO. Resultará em ausência de futuro, mas também em esboroamento da memória colectiva. Alteiam-se as vozes, com entusiasmos e promessas, mas este cronista está muito céptico, não vislumbra vontade colectiva. Oxalá esteja enganado.

A discussão aqui ainda não tinha começado,
estava tudo de barriga vazia!!!!


Um trio do "Belém"!!!

Aqueciam-se os motores!!!

Aqui sim, a discussão já estava bastante acesa!!!

O Bardino José Manuel Rodrigues com a discussão
já um bocado às escuras!!!


Pró Bardino Baiona não houve discussão: é tinto!!!

Sempre bem disposto, o Bardino Baiona!!!

O Bardino Rafael é pouco guloso, é!!!!

Outro bardino muita guloso!!!!

O Bardino Nortadas a dar a comidinha à boca
do Mandante Mário Almeida.

O Bardino Rafael bem queria um fadinho,
mas ninguém lhe passou cartão!!!


O repouso dos guerreiros!

A saga do euromilhões (cena 1).

A saga do euromilhões (cena 2).

A saga do euromilhões (cena 3).

A saga do euromilhões (cena 4).

A saga do euromilhões
-Não sai nada, mas a gente tem de insistir, pá!!!!
.

Parecem, mas não são, os 3 Estarolas!!!

Em função do extremo agrado da sessão, ficou planeado (apalavrado mesmo) que o jantar de Natal, e onde, como sempre, serão distribuídas pequenas lembranças às senhoras que acompanharão os Bardinos, terá lugar no mesmo espaço.

Até lá!!!





Colaboração dos Bardinos Fernando Reigosa (texto) e Vitor Martinez (fotos).


5 de outubro de 2011

JANTAR MENSAL


O Grupo Tertúlico “Os Bardinos” esteve reunido, conforme mandam os Estatutos, no passado dia 29 de Setembro, no ‘Patio Antico’, magnífico restaurante de inspiração italiana.

Foi uma reunião pouco concorrida. Apenas marcaram presença, além do Mandante em exercício (noblesse oblige), Mário Almeida, os Bardinos Carlos Neves, José Nortadas, Jorge Tormenta, Rafael Ferreira, Zé Manel Rodrigues, Fernando (Sampaio) Sousa e Helder Martins.

O elevado número de ausências constitui facto preocupante, que será (in due time) objecto de análise criteriosa.

Não marcaram presença, os Bardinos Alexandre Baiona pela conhecida e justificável razão, António Castro (motivações desconhecidas), Carlos André, Fernando Reigosa e António “Nicha” da Silva por compromissos anteriormente assumidos, e em função da tardia convocatória, e o nucleo sportinguista Vitor e Vitor (Pestana/Martinez), em acção de protesto pela constante marcação de datas inadequadas para o fervor ‘leão’ (e com razão, se bem que inadvertidamente). Ainda assim os faltosos perderam por 8 a 7.



Por esta razão, o convívio foi mais calmo e tranquilo que habitualmente; não houve nenhuma deliberação; não houve o grito/saudação bardínica; não foi analisada a inércia da proposta do ‘toque a rebate’ de Setembro; não foram discutidos nomes de homenageáveis (dos Estatutos) para o Jantar de Outubro; não foram ‘conversadas’ as situações precárias da Junta de Freguesia e do Clube, entre outras. Enfim, outros dias virão, há que manter a fé, e a perseverança.

Última referência, que assim guardará o merecido destaque, para a enorme qualidade e serviço do restaurante. Bastará dizer que a ele voltaremos, e que o recomendamos a quem queira apreciar uma refeição de excelência, diferente mas a lembrar outros sabores, a preços modestos.



Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.