26 de março de 2010

JANTAR MENSAL


Realizou-se ontem, quinta-feira, pelas 20 horas da noite, mais uma Assembleia Geral Ordinária, vulgo jantar, da massa associativa bardiníca paço-arquense do coração.

Teve lugar no Restaurante Aquarela do Brasil, portanto logo o repasto tinha de ser, e foi, tipicamente brasileiro e constou de uma variedade que todos experimentaram pela primeira vez e que foi do agrado geral: referimo-nos a um prato praticamente desconhecido de todos nós e que dá pelo nome de "picanha com alho"!

Todos nós já conhecíamos de sobejo a famosa picanha, mas esta "picanha com alho" foi na realidade uma agradável surpresa!

Estiveram presentes 11 bardinos, havendo a registar as ausências de 3 elementos, a saber: o bardino Sampaio, por razões que se prendem com a sua ausência do país e de Paço de Arcos; o bardino Tormenta, por teimar em não querer deixar de trabalhar, nem na noite da Assembleia Geral; e o bardino Castro, que devido à sua intensa actividade teatral não pôde também estar presente.

A assembleia decorreu dentro da normalidade, isto é, com toda a bardinagem a falar em altos gritos e todos ao mesmo tempo, mas dentro desta normalidade ainda se conseguiram aprovar por unanimidade e aclamação (embora com a ausência de alguns bardinos mais distraídos, que não faziam a mínima ideia do que se estava a passar!!!), duas propostas de outros tantos bardinos: uma que passou a considerar o nosso grande amigo e grande paço-arquense do coração, Alexandre Baiona, "Bardino Por Correspondência" (e isto por se encontrar a residir já há longos anos em Viseu) e a outra que, devido aos desastres sucessivos que se sucedem no euromilhões, propunha a alteração da contribuição para este concurso e que foi aprovada pela alternativa mais sensata: se não sai nada então baixa-se o preço das contribuições para evitar que estejamos todos falidos daqui a pouco tempo!!!

Voltando ao repasto e à novidade da "picanha com alho", podemos dizer que a mesma estava a contento da bardinagem, bem confeccionada, servida em quantidades mais que suficientes para aquela hora da noite, o vinho (brasileiro de marca completamente (des)conhecida) também aprovou na generalidade e as sobremesas estavam deliciosas, embora servidas já um BOCADO tardiamente.

Apenas um reparo ao serviço que, embora com pessoal muito simpático, não foi exemplar, deixando o maralhal pendurado quase meia-hora entre o final da picanha e as sobremesas. Alguma inexperiência nesta vertente de servir grupos mais numerosos, pode explicar o acontecido.

Para terem uma ideia do que foi e o que se passou nesta Assembleia Geral Ordinária do mês de Março, aqui ficam algumas (muitas) imagens da mesma.

Divirtam-se a vê-las, que é aquilo que nós fazemos e é o melhor que se pode levar desta vida!!!


Até à próxima assembleia!!!




Aspecto geral da bardinagem.


O Mandante José Manuel Rodrigues, que desta vez
não se pode queixar que o fotógrafo
o deixou ficar mal na fotografia.


O bardino Vitor Pestana antes do sorteio do euromilhões.


O bardino Nortadas muito atento ao que por ali se passava.


O bardino Fernando Reigosa sempre atento
para que nada faltasse à bardinagem.


Hélder Martins, um bardino de se lhe tirar o chapéu.


O bardino Carlos André sempre eloquente, embora aqui
algo espantado.


Um dos aniversariantes, o bardino Carlos Neves.
O outro, o bardino Tormenta, esteve ausente.


Rafael Ferreira, o bardino que distribui mensalmente
os prémios do euromilhões.


O bardino Nicha, o sr. Presidente.


O bardino Vitor Martinez, em auto-retrato como é hábito,
de outra forma não aparece por aqui.


O bardino Mário de Almeida, ontem mais silencioso que o costume.





O bardino Carlos Neves, começando a tarefa do "desembrulho".


Uma peça de porcelana chinesa do séc. V,
com um barco tradicional português.


Idem, ide, aspas, aspas.


O livrinho do costume.





O bardino Vitor Pestana nos preparativos
para o sorteio dos novos números
para o euromilhões.


Rafael Ferreira tira os primeiros números.


O bardino Vitor Pestana numa fase delicada do sorteio.


Vitor Pestana a indicar-me quais os números que eu devia tirar.


Reparem no ar do Mandante e do bardino Nicha, muito interessados
no sorteio dos números para o euromilhões.


Quase uma hora depois do começo ainda havia números para tirar.





E agora pra rebater, vai um ovinho estrelado??!!!


Aqui está ele.


Que satisfação!


Até deu para molhar o pãozinho!


Aqui também, o pãozinho!!


O ovinho estava mesmo uma delícia!!!





Efeitos do ovo estrelado, só podia ser!!!


Não, não é outro ovo estrelado, mas lá que parece, parece!!!


Guloso!!!


Tás a perceber, não tás??!!!


Não é o que parece, posso assegurar!!!


O Mandante nas provas.


Queriam saber, mas a bardinada não diz quanto foi a dolorosa.


O bardino Hélder Barreiros!!!


Havia os "3 Estarolas".....




Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


24 de março de 2010

O NOSSO JARDIM

O Jardim de Paço de Arcos

Assim conhecido universalmente, o jardim da avenida Marquês de Pombal, foi outrora o ‘ex-libris’ de Paço de Arcos.



Quem passava na marginal raramente resistia ao ‘chamamento’ de nele se passear.

Também atraiu em tempos muitos forasteiros principalmente entre o fim de Agosto e o princípio de Setembro, todos os anos, aquando das festas do Nosso Senhor dos Navegantes, com cavalhadas (voltaremos a este tema oportunamente) marchas populares criadas, ensaiadas, cantadas e desfiladas exclusivamente por gentes da terra. Inúmeras outras atracções para satisfação de quem nos visitava, das crianças e, naturalmente, para nosso orgulho.



Nesses tempos não se passava sem um conjunto de actividades desportivas ligadas ao rio, necessariamente, como regatas de barcos á vela, de remo, de provas diversas de natação, pesca, etc., mas também doutras ligadas ao Clube Desportivo de Paço de Arcos.

Foi antro de grandes eventos desportivos, hóquei em patins, obviamente, palco de jornadas com impacto mundial.



Recordo-me, ainda criança, iniciado no basquetebol, de ter defrontado uma equipa de lutadores (muito em voga na altura) encabeçados por um tal Tarzan Taborda, para divertimento do imenso público; ou de um jogo de hóquei em patins entre equipas de gente que não sabia patinar (quando me lembro, ainda me dói o rabo).

E a delícia que era, nesta e em qualquer outra época, inverno incluído, “estacionar” na magnífica esplanada, ponto de encontro mandatório para o ‘pessoal’ da Vila, que atraía os ‘estrangeiros’, os ‘banhistas’ e quejandos, para um agradável bate-papo, ou só para contemplar o rio, ouvir a passarada.

Entretanto passaram os anos e o que foi que fizeram ao nosso jardim?



Nem sei por onde começar, ou a quem morder as canelas.

Ou por outra, até sei, mas quero ter a elegância de não disparatar, como alguns mereceriam.

Vou tentar cingir-me aos factos, única e exclusivamente, mas terão que me perdoar, se soltar algum queixume mais ácido; é que o que dói, dificilmente se consegue controlar.

O comentário de saída, esse será o que a minha musa me ditar, e se alguém não gostar, paciência, aja ou olhe para o lado, que é o que mais temos nesta terra (que não merecia).

O meu problema inicial é por onde começar. Não consigo estabelecer uma escala de prioridades ou de afectações. Vai como calhar, e fé em Deus.

O lago dos patos sempre foi o parente pobre deste Concelho. Digo isto porque todos os que vi, poucos, é certo, estavam bem mais elaborados e cuidados que o de Paço de Arcos, mas já vivíamos bem com esse ‘handicap’, tal como as nossas crianças. Agora acabar com a coisa, sem mais satisfações como se vê……



Transformando o espaço em ‘casa de pombos’…………………. Só que aqui estão trancados.



Já que o original, foi ‘invalidado’, sem que se saiba porque ‘carga de água’. Taparam as entradas aos pássaros. E esta, hem??? É apenas mais um mistério.



Aliás esta aberração fica a condizer por completo com o estado de conservação da esplanada/restaurante, que tanto temos – toda a população de Paço de Arcos – reclamado, sem demover os “crâneos” que vão enxameando esta nossa terra com o seu ‘exemplar saber’.

Só não se percebe, nem há imaginação por mais delirante que seja que explique, o porquê desta saga anti-Paço de Arcos, que já começa a pedir outras medidas populares. Precatem-se. Se a malta se enerva vai ser complicado.



Vale que o empedrado da ex/futura/talvez esplanada se tem mantido razoavelmente estável apesar das intempéries e do não cuidado, excepção feita aquelas duas árvores que foram arrancadas há uns 4/5 anos, e cujos buracos permanecem, chegámos a pensar que seria para replantar, mas agora estamos convictos que é mais uma daquelas incontáveis coisas que vão ficar perdidas na memória dos tempos (na nossa, porque os que podem e devem decidir coisas tão simples como esta não têm disso – memória).



Por falar em árvores, que tal pensar em dar um tratamentozito às palmeiras do jardim?

Já era tempo, estão com um ar tão desgraçadinho que até dá vontade de chorar, não fora dar-se o caso de não sermos atreitos a esse tipo de manifestação.

C’um caneco, será preciso fazer uma ‘manif’? Um abaixo-assinado? Uma petição pública? Uma greve de fome? Arre!!!!!!!!!!!!!!!!



Pode não se notar bem nestas fotos, mas as folhas de baixo estão amarelas, desfiadas e tombadas, claro. Era altura de as cortar, porque impedem o crescimento saudável das palmeiras.

Não vou voltar a falar do parque infantil (hoje). Até eu já tenho vergonha de abordar o tema. Compreendo que quem não se preocupa com o próximo, é assim que se comporta. Ignorando. Paciência.



Um dia talvez ainda se possa voltar a ouvir o riso das crianças por aquelas bandas.

Oxalá que não o choro, porque este nosso jardim tem algumas armadilhas para os putos, que facilmente poderiam ser obviadas, Então, porque não?



Buraco jeitoso na bancada do ringue, para se dar um trambolhão perigoso. À direita mais um buraco, perto do outro, onde existiu uma árvore. E assim ficou. Palavras para quê?



E que dizer deste magnífico artefacto? Interessante. Óptimo para dar uma ‘palhaça’. Sem mais comentários!

Por outro lado, o velho problema do lençol de água na passagem inferior para a praia velha, merece que voltamos ao assunto com uma outra abordagem.

A tal bomba de extracção de água existe e funciona. Pude comprová-lo hoje.



Assim sendo, a incúria de não a utilizar, como aconteceu nas duas últimas semanas, fazendo objectivamente perigar a vida dos pescadores que se vêem obrigados a atravessar a marginal por cima, é atentatória do bem-estar e da segurança das populações.




Será que por uma vez os responsáveis (???) vão tirar alguma ilação? Irão solucionar este intrincado problema? Querias!!!!!!!!!!!!!



Nota - Este texto foi escrito em 13.03.2010, havendo portanto algum desfasamento nesta sua publicação aqui no blog. Por motivos de força maior só agora foi possível a sua publicação.





Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.



DESPORTO PARA TODOS

Mistério desvendado

Tem a Bardinada andado muito curiosa e preocupada com os planos Camarários para o espaço acima do passeio marítimo, agora transformado num elegante matagal, ouvindo e conjecturando a sua futura utilização; espaço lúdico? Zona de esplanadas e restaurantes? Parque de estacionamento? Jardim zoológico?



Pois creio estar em situação de esclarecer o mistério; talvez um pouco de tudo.

Vai ser um campo de golfe rústico (joga-se nas pastagens por entre vacas, e outros animais, desfrutando de paisagens que vão variando). Só pode!

Cheguei a esta conclusão com a ajuda da minha particular amiga Fátima Ferreira de Almeida, recém entusiasta por esta modalidade, muito em voga nos Açores, e que, ao que consta, tem forte impacto turístico.

Veja-a no endereço

http://videos.sapo.pt/lg82oQ2jH1ZVeHuD3Frl



Seria bom explicar. …. que o golfe rústico, não é mais nem menos que um dos itens para poder promover os Açores como destino de turismo rural.

Portanto, todos deviam estar empenhados em levar o golfe rústico a várias localidades. Sim, porque o golfe dito normal não está à mão de semear.

Serão necessários alguns milhões de euros para fazer um “campinho” de, pelo menos, nove “buraquitos”.

Enquanto no golfe rústico, esta despesa está como para aquela de comprar uma bola de futebol e na rua fazer duas balizas com uns calhaus.




A ideia nasceu nos Estados Unidos, quando alguns praticantes de golfe, descontentes com as exigências e custos desta prática, resolveram regressar às origens da modalidade, que surgiu nas pastagens da Escócia, com os pastores a projectarem pedras com os cajados, a fim de se entreterem.

Os buracos são substituídos por nove bandeiras e circunferências desenhadas na relva, utilizando cal ou pneus. Quanto às regras são iguais ao golfe tradicional.



Está assim explicado o grande desígnio autárquico para esta nobre (e querida dos Paçoarquenses) área.

Paralelamente a um indubitável sentido ecológico, há um importante investimento turístico de grande visão, que lançará Paço de Arcos, e consequentemente Oeiras nos píncaros do apreço e reconhecimento internacionais.

Cumulativamente proporciona um grande atractivo lúdico para as populações indígenas (locais), com o incentivo para a comunhão com as naturezas, marítima e campestre.

Já podemos morrer felizes.



Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


FORÇA CDPA


NOTÍCIAS DO ANDEBOL DO CDPA

" A equipa sénior terminando a 1ª fase do Campeonato Nacional da 3ª divisão em segundo lugar atrás do Vitória de Setúbal, garantiu a presença na fase final da 3ª divisão (sobem 4 das 6 em prova ).

Se o objectivo da época passada, era ser campeão nacional, o que aliás foi conseguido, o deste ano é mais modesto e passa por garantir um lugar que dê acesso à subida de divisão.

Aqui vai o calendário dos jogos em Paço de Arcos no Pavilhão Jesus Correia :

27 de Março às 1700 horas Paço de Arcos - CDC SANTANA

11 de Abril às 1700 horas Paço de Arcos - VITÓRIA DE SETÚBAL

01 de Maio às 1500 horas Paço de Arcos - ACADÉMICO DE VISEU

29 de Maio às 1700 horas Paço de Arcos - AD ALBICASTRENSE

05 de Junho às 1600 horas Paço de Arcos - CALLIDAS CLUBE




Colaboração do Bardino Hélder Martins.


MAIS UMA VEZ!!!

O (ex/futuro???) Caça Niqueis

Outra pequena vitória


Ainda recentemente tive oportunidade de aqui manifestar o regozijo pelo facto de, mais de meio ano depois do início desta nossa saga, finalmente o caça-niqueis ter perdido essa condição, passando a devolver as moedas, embora ainda sem
‘declarar’ a sua inoperacionalidade.

Pois bem, hoje pude constatar que se deu mais um pequeno passo em boa direcção.

Como se pode ver na foto abaixo, já se vedou (??) o acesso ao ‘mictante aparelhómetro’. Bem sei que é um passo de formiga, mas a cavalo dado não se olha o dente.

Quem sabe se um dia, ainda vamos ter aquela coisa a funcionar como terá sido concebida.





Enfim, grão a grão, enche a galinha o papo.



Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.


16 de março de 2010

EXPOSIÇÃO NA PAÇO DE ARTES




Apareçam!!!

A exposição está patente no Salão anexo à sede da Associação Paço de Artes, na Rua José Pedro Silva, 14 B, em Paço de Arcos, no Alto da Loba, um pouco acima do Centro Comercial do Bugio.




Colaboração do Bardino Vitor Martinez.


13 de março de 2010

O SENHOR JESUS DOS NAVEGANTES


Não é só em Paço de Arcos que se realizam festejos em honra do Senhor Jesus dos Navegantes. Leiam o texto que se segue e comprovem-no:


O Senhor Jesus dos Navegantes, em Ílhavo

Realiza-se anualmente a festa do Sr. Jesus dos Navegantes, hoje, no primeiro domingo de Setembro. Esta é, talvez a de maior tradição, e a que se mantém mais viva de entre as festas de Ílhavo.

A imagem do Senhor Jesus, um Cristo crucificado (…) desce do altar para incorporar o andor, com a miniatura do lugre bacalhoeiro “Navegante” do seu lado direito, num mar de lona pintada, dando mote ao que é a sua denominação popular: Senhor Jesus dos Navegantes.

Ílhavo, terra de porto de mar, onde existem registos de pesca longínqua desde finais do séc. XVI, reza em devoção, lembrando seus marinheiros e embarcações naufragadas, vidas de esforço feitas de água salgada e peixe.


Andor, com o Altar por fundo,
antes da Procissão
.

Cumprindo uma tradição centenária, é exactamente, neste fim-de-semana, de 5 a 7 de Setembro que se realiza a festa, o que nem sempre aconteceu, tendo-se já efectuado, em anos transactos, em Novembro (1941, 54 e 55) e até em Dezembro, em 1956, com a frota bacalhoeira já no ancoradouro.


Procissão numa das ruas de Ílhavo,
anos 60
.

O modelo do lugre “Navegante”, com três mastros e velas latinas, foi construído pelo marinheiro ilhavense José Domingues Pena, nascido em 1902.


Lugre Navegante, em pormenor.

Ao começar a sua miniatura, o autor teria 17 anos, levando peças para bordo para ir trabalhando em dias de temporal, como, aliás eram hábito dos marítimos habilidosos.

Quando naufragou na pesca do bacalhau, prometeu ao Senhor Jesus dos Navegantes que, se a acabasse, lha ofereceria e assim o fez, em 1919.

A miniatura esteve na Igreja Matriz algum tempo, passou a ficar guardada na casa de uma irmã de José Pena, ficando mais tarde definitivamente na Igreja. Tem sempre figurado na procissão, no andor do Senhor Jesus, tendo sofrido alguns restauros conservativos, que eu saiba, em 1992 pelas hábeis mãos de José Alberto Malaquias e, o último, em 2007, pelo Capitão Francisco Paião, dada a sua fragilidade, os efeitos do tempo e a saída agitada no andor, difícil de transportar pelo peso excessivo e demasiada altura.


Do programa religioso são de destacar a Sagrada Eucaristia, na Igreja Matriz, pelas 11 horas de domingo, bem como a saída da Procissão em honra do Santo Padroeiro, pelas 17 horas, tendo lugar, no cais da Malhada, a tradicional bênção dos barcos da pesca artesanal, que simbolizam a bênção a todas as embarcações.

Na segunda-feira, dia 7, último dia das festividades, pelas 19 h e 15, terá lugar na nossa Igreja uma Missa de sufrágio pelos marítimos falecidos e são muitos!

“Quem não rema, já remou!” – diz a tradição e a Igreja costuma ficar repleta, pois a maioria das pessoas tem raízes ligadas ao mar.

Outros eventos de carácter profano completam a Romaria, sendo de destacar a realização da primeira Mostra dos Sabores e Saberes de Ílhavo, no Jardim Henriqueta Maia.

A escultura do “nosso” Senhor Jesus e a miniatura do “Navegante” foram integrados com todo o aparato na Bênção dos Lugres Bacalhoeiros, em Belém, no dia 12 de Abril de 1953.


Bênção dos Lugres Bacalhoeiros,
em Belém.

Não foi a única saída que teve, a miniatura. Depois da festa de 1992, até finais de 1993, a miniatura teve uma guarida diferente. Foi albergada e acolhida afectuosamente numa vitrina do MMI, integrada na exposição Faina Maior, Pesca do bacalhau à Linha, no painel Ex-Votos.

Curioso que no ano de 1993, o modelo foi transferido do museu para os festejos religiosos e ao museu voltou, visto que a exposição, em princípio, temporária, ainda não tinha alcançado o seu término.



Fontes – Senhor Jesus dos Navegantes – Mar e Devoção de Hugo Cálão e Isabel Cachim Madaíl. Agosto de 2007.
Folha de Sala Ex-Votos, de Ana Maria Lopes. Novembro de 1992.
Imagens – Arquivo pessoal da autora.
Ílhavo, 5 de Setembro de 2009
.
Ana Maria Lopes


Nota - O texto e as fotos foram retirados do blog Marintimidades, da autoria de Ana Maria Lopes, a quem agradecemos.


A ÁGUA FAZ BEM À SAÚDE

Água garantida em estabelecimentos
em Paço de Arcos (também)

Iniciativa louvável que se saúda.

A curiosidade é que o administrador dos SMAS que dá a cara é também Presidente da Junta de Freguesia de Paço de Arcos.



Sr. Presidente, mantenha o espírito e tire-nos deste marasmo. Por favor. Está a ficar difícil. Parece uma terra condenada ao ostracismo. Não queremos acreditar.




Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.