

É regra costumeira, mais ou menos assumida, no final de cada ano fazer uma curta retrospectiva do que mais relevante afectou, quer positivamente, quer negativamente a vida, as actividades individuais ou colectivas.
Tentámos fazer esse exercício, no que diz respeito a Paço de Arcos, e não gostámos do resultado.
Passando em revista as diversas publicações autárquicas e regionais, ao longo do ano, resulta num total“disgusting” 0. Paço de Arcos navega á vista, como quem diz vê népia.
A situação dos diversos edifícios a exigirem resposta na zona histórica permaneceu inalterável.
Tentámos fazer esse exercício, no que diz respeito a Paço de Arcos, e não gostámos do resultado.
Passando em revista as diversas publicações autárquicas e regionais, ao longo do ano, resulta num total“disgusting” 0. Paço de Arcos navega á vista, como quem diz vê népia.
A situação dos diversos edifícios a exigirem resposta na zona histórica permaneceu inalterável.
2. O tal terminal de camionagem, permanece fechado, sem saída (ainda que hipotética).





Desapareceram do nosso convívio nada menos 3 das mais marcantes figuras do hóquei patinado de Paço de Arcos.
Armando Vilaverde,
José Correia dos Santos,
Francisco Estêvão (Xico Arolha)
Os dois primeiros, atletas de condição única, o outro, um ‘fazedor’ de atletas como não há memória, pelas condições, pela dedicação e pelos resultados conseguidos.José Correia dos Santos,
Francisco Estêvão (Xico Arolha)



Em sentido contrário, há a notar a extensa realização de eventos, os habituais e umas quantas novidades.





Outros eventos terão merecido as atenções populares, que nos poderão ter escapado. A nossa (eventual) penitência.
Porém (todavia, contudo), este balanço não pode ignorar algumas outras questões mal resolvidas (ou não resolvidas), como:


Julgamos saber, um(s) passarinho(s) segredaram-me, que verbas importantes deixaram de constituir contributo para o orçamento, como, por exemplo, as percentagens devidas da publicidade estática, dos parqueamentos, ou dos derramas e outros.
Compreendemos as dificuldades acrescidas; mas talvez pudesse ter sido exercida uma maior pressão junto dos responsáveis autárquicos. Teria o nosso apoio.
Em conclusão, 2010 não foi um bom ano. Tinha que ser melhor.
Pedimos / sugerimos / recomendamos que para, ainda que com as mesmas dificuldades, possa a Junta melhorar o seu desempenho, agende uma manhã/tarde semanal, para percorrer (a pé) um qualquer troço do perímetro da Vila (não deixando nada de fora), a fim de constatar “in loco” condições más de simples resolução, que muito contribuirão para um maior agrado dos ‘fregueses’, aproveitando, naturalmente, para trocar “pareceres” com os alegres (?) transeuntes.

Soube como ninguém antes neste País, pôr associações patronais e de trabalhadores, em acordo (o possível), sem contracturas, ou fricções perigosas.
Maria Helena André, estamos orgulhosos de ti. T’osculamos-te.
PS – Há ‘fregueses’, com incontestável mérito a viver HOJE, paredes meias connosco, que vão passando ignorados. A JFPA está desatenta. Nós vamos tentar ‘pescar’ alguns. Ouvirão falar.
PS – Há ‘fregueses’, com incontestável mérito a viver HOJE, paredes meias connosco, que vão passando ignorados. A JFPA está desatenta. Nós vamos tentar ‘pescar’ alguns. Ouvirão falar.
Colaboração do Bardino Fernando Reigosa.
4 comentários:
Estimados Amigos,
Bardinos
Simplesmente notável a "resenha Histórica" sobre o ano que se findou e nos deixa novas peças documentais para um futuro próximo!
Porque entendo ser de justiça, não posso deixar de acrescentar o lamento pelo "desaparecimento de cena" do NOSSO AMIGO Jorge Rocha - Fé. Figura nada, criada e vivida em Paço de Arcos. Dedicou-se, durante alguns anos, a contribuir em benefício da Freguesia como Autarca Eleito na Assembleia de Freguesia de Paço de Arcos. Tinha perfil de ... Bardino!
Também, não posso deixar de "acrescentar" aos aspectos menos bons da NOSSA TERRA, o SATUO!!!
Considero que ainda poderá vir a ser "olhado" como ... imprescindível no quotidiano da população do Concelho. Até lá ... que passe a funcionar desde que transporte ... clientes!
Abraço fraterno do
Carlos André
Pois é Amigo Reigosa, os males que apoquentam esta Terra que há muito também considero minha,propagou-se àquela onde habito há mais de um quarto de século, Porto Salvo, não sei se as outras Freguesias se queixarão dos mesmos males, mas cada um falará por si, e este abandono, a que votaram estas Terras é incompreensivel, ainda ontem e também hoje, escrevi no meu blog, (e fazendo os impossiveis para ter algum optimismo), não sou capaz.
O meu lamento por todos os que nos deixaram no ano que passou, a todos conheci e de alguns fui Amigo, como é o caso do Jorge que o Carlos André refere no seu comentário.
Um abraço
Virgilio Miranda
Companheiro Carlos André,
penitencio-me pelo esquecimento "dramático", autêntica 'branca', que me levou a esquecer o inesquecível Fé.
A ti Fé, a todos os reais Paçoarquenses, peço desculpa por esta omissão.
A bem da verdade 'Bardínica'
Prezados Bardinos,
falta acrescentar à "pequena" lista do que falta fazer em Paço de Arcos, o "caixote de betão" dos Poetas (essa ode à beleza), as casas degradadas da Rua Fonte de Maio e da Terrugem Velha,falta dar uma "mãozinha" no Jota Pimenta(outra ode à beleza) e, já agora,um "jeitinho" na ribeira, que está um desmazelo completo.
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